Daniele Toledo do Prado, mãe da Victória, bebê que faleceu com 1 ano e 3 meses de idade e fazia tratamento de doença rara no hospital universitário de Taubaté (Unitau), o qual negou socorro à ela após a mãe ter sido estuprada 11 dias antes por um aluno-médico dentro do mesmo hospital e dar queixa do ocorrido.
A mesma mãe que foi acusada de ser o "monstro da mamadeira", como se o pó branco (definido pela polícia como cocaína) colocado na mamadeira de sua própria filha fosse para matá-la, quando se tratava do medicamento receitado para o tratamento da criança.
Foi presa, espancada, teve seu rosto desfigurado pelas outras presas, teve perda de audição e da visão do lado direito do rosto. Permaneceu 37 dias em cárcere, dos quais 28 dias não viu a luz do dia.
Hoje move ação de indenização contra o Estado. Com o dinheiro da ação pretende criar uma ONG para ajudar crianças com problemas de saúde com diagnósticos complicados e oferecer ajuda às mães.
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Essa história não é só uma história, não é ficção, não é brincadeira, nem filme, ou invenção. Aconteceu de verdade, a mulher perdeu tudo o que tinha de mais importante: dignidade e a filha num período de 20 dias.
Por que?
Não preciso dar respostas, não pus a história na íntegra por causa dos direitos reservados, mas é possível encontrar pesquisando na internet. Uma mulher acusada de tudo, inclusive de ser um monstro, assassina. Ninguém fala nada porque era uma desempregada sem ter onde cair morta, ninguém respalda ou defende porque era uma maria-ninguém. Os poderosos apoiaram o estuprador e negaram socorro a uma criança. Era um hospital...
Aí eu dou graças por esse país não ter pena de morte. Imagine. Eu sei que não é um processo repentino, não acontece assim de uma hora pra outra, mas há um determinado momento em que os acusados são mortos.
Dói ver esse tipo de acontecido. Dói porque tem muita coisa errada passando sem punição, valores indo pelo ralo abaixo, nada mais faz sentido! E o pior, a sociedade não faz nada, porque cada um se preocupa apenas com o "seu cada um". Aí pensa-se que deve ter acontecido em alguma região remota do país e engana-se, pois tudo aconteceu há 130 quilometros da capital paulista, em Taubaté --a cidade do Sítio do Pica-pau Amarelo, do Jeca Tatu.
Jovem mãe é estuprada, hospital nega socorro à sua filha que morre e, em decorrência de sua morte, a jovem mãe é presa e acusada de assassinato
A mesma mãe que foi acusada de ser o "monstro da mamadeira", como se o pó branco (definido pela polícia como cocaína) colocado na mamadeira de sua própria filha fosse para matá-la, quando se tratava do medicamento receitado para o tratamento da criança.
Foi presa, espancada, teve seu rosto desfigurado pelas outras presas, teve perda de audição e da visão do lado direito do rosto. Permaneceu 37 dias em cárcere, dos quais 28 dias não viu a luz do dia.
Hoje move ação de indenização contra o Estado. Com o dinheiro da ação pretende criar uma ONG para ajudar crianças com problemas de saúde com diagnósticos complicados e oferecer ajuda às mães.
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Essa história não é só uma história, não é ficção, não é brincadeira, nem filme, ou invenção. Aconteceu de verdade, a mulher perdeu tudo o que tinha de mais importante: dignidade e a filha num período de 20 dias.
Por que?
Não preciso dar respostas, não pus a história na íntegra por causa dos direitos reservados, mas é possível encontrar pesquisando na internet. Uma mulher acusada de tudo, inclusive de ser um monstro, assassina. Ninguém fala nada porque era uma desempregada sem ter onde cair morta, ninguém respalda ou defende porque era uma maria-ninguém. Os poderosos apoiaram o estuprador e negaram socorro a uma criança. Era um hospital...
Aí eu dou graças por esse país não ter pena de morte. Imagine. Eu sei que não é um processo repentino, não acontece assim de uma hora pra outra, mas há um determinado momento em que os acusados são mortos.
Dói ver esse tipo de acontecido. Dói porque tem muita coisa errada passando sem punição, valores indo pelo ralo abaixo, nada mais faz sentido! E o pior, a sociedade não faz nada, porque cada um se preocupa apenas com o "seu cada um". Aí pensa-se que deve ter acontecido em alguma região remota do país e engana-se, pois tudo aconteceu há 130 quilometros da capital paulista, em Taubaté --a cidade do Sítio do Pica-pau Amarelo, do Jeca Tatu.
Jovem mãe é estuprada, hospital nega socorro à sua filha que morre e, em decorrência de sua morte, a jovem mãe é presa e acusada de assassinato
Renatita Cavalcante
canceriana, estudante, doces, música, metamorfose ambulante, putz, caramba: paulista.






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